Conjunto escultórico em alvenaria, como se de uma casa se tratasse, coberta por uma rede de ferro, esta obra, concebida por Virginía Fróis, sob encomenda da Câmara Municipal, pretende evocar as bodas de prata da instituição do Poder Local, homenageando dessa forma todos aqueles que nesses 25 anos colocaram a sua capacidade de trabalho, a sua transparência e e a sua imaginação ao serviço da elevação da qualidade de vida das populações e do bem-estar colectivo. O referido monumento encontra-se instalado na Estrada da Algazarra, junto ao cruzamento com a Rua da Alembrança.

Conjunto escultórico construído em ferro, situado numa das entradas Norte do Parque da Paz, este trabalho da autoria de João Aurélio, pretende sublinhar a complexa dificuldade que muitas vezes caracteriza os caminhos da paz entre os homens, pretendendo realçar os valores da tolerância, compreensão e respeito pelos outros, princípios essenciais à elevação do ser humano.

Trata-se de um conjunto constituído por três elementos, ou, se quiser-mos, três casulos, com os quais o autor pretendeu simbolizar as três principais fases da vida do ser humano: a infância, a idade adulta e a velhice. Situa-se na Praça Lima de Freitas, o mesmo é dizer, em plena via alternativa à Estrada Nacional 10 no troço de ligação ao concelho do Seixal.

Uma obra da autoria da escultora Virgínia Fróis, constituída por quatro colunas, duas das quais ligadas por um jorro de água, visa perpetuar um dos valores característicos da população da Freguesia e de quantos nela habitam, Situa-se na Alameda Guerra Junqueiro, junto ao Complexo dos Desportos Cidade de Almada.

Trata-se de um conjunto escultórico construído em mármore, este monumento contendo os símbolos de Barril D'Alva, visa sublinhar a importância do papel que a comunidade oriunda daquela zona do país tem assumido no desenvolvimento tanto da Freguesia como do Concelho. Localiza-se na Praceta com o mesmo nome.

Peça em ferro, concebida pelo professor Rogério Ribeiro, esta obra, encomendada pela Câmara Municipal, pretende evocar as bodas de prata da instituição do Poder Local, homenageando dessa forma todos aqueles que nesses 25 anos colocaram a sua capacidade de trabalho, a sua criatividade e a sua imaginação ao serviço da elevação da qualidade de vida das populações e do bem-estar coletivo.

Peça artística da autoria de António Júlio, este monumento, instalado no Parque Luís Sá, visa a um tempo assinalar os 15 anos da criação da Freguesia e a outro sublinhar o trabalho desenvolvido pela autarquia ao longo desse período de tempo.

Por via disso, o referido conjunto escultórico, apresenta-nos a cabeça de três figuras: Uma masculina, outra feminina e uma de criança, elementos essenciais ao desenvolvimento de uma sociedade que privilegie a harmonia em todas as suas vertentes, motivo que levou o autor a utilizar na sua conceção o metal natural e a pedra, materiais nobres que pretendem objectivamente conferir-lhe um simbolismo de solidez, firmeza e confiança, como o são os ideais de fraternidade e de liberdade.

Na transformação do mundo nunca a humanidade esteve tão ligada e nunca o homem ESTEVE TÃO SOZINHO.

Esbatem-se as fronteiras do tempo e do espaço, conquistam-se novas extensões rumo ao infinito e à Terra, irresistivelmente transfigurada, navegamos para a mudança no milénio, sem rota fixa nem ritmos estabelecidos.

Olhando a estrutura que surge, podemos antever indícios de novas transfigurações, em formas conhecidas que ancestralmente se repetem, sem que no entanto se preveja a sua exata configuração futura.

Assim, três figuras sugeridas por elementos identificadores imutáveis (cabeça masculina, feminina e de criança), pretende-se simbolizar a vida intima da unidade, cujas atividades são imaginadas por analogia com as atividades espirituais da alma humana, a harmonia que se deseja entre os homens e as sociedades.

Com o arco pretendemos simbolizar a tensão dinamizante de vontades desejadas pelos homens, quando conjugam as suas necessidades, de que a revolução de Abril é exemplar, e o poder autárquico procura perpetuar.

Os elementos verticais contribuem para acentuar o imperativo indispensável à conduta dum coletivo que se deseja unido em harmonia, determinação e firmeza.

Dos materiais utilizados, o metal, natural, como agente do princípio ativo que modifica a substância inerte e o grande reservatório da vida latente. Pintado a negro, no sentido de simbolizar o que reveste o ventre do mundo, onde, na grande escuridão geradora, opera o vermelho do fogo e do sangue, símbolo da força vital, prudência e sabedoria, concentração de todas as cores.

A pedra contribui para acentuar o simbolismo da solidez, firmeza e confiança, indispensável à concretização de ideais em fraterna liberdade.

Caberá ao Homem, em cada especificidade/especialidade, orientar e definir, sempre com a certeza de que apenas nada será o que é, como também nada é o que em tempos foi.

Imóvel do Século XIX destinado à habitação dos proprietários da mencionada Quinta, dotado ainda de diversas dependências destinadas a guardar as alfaias agrícolas e os produtos nela produzidos, este edifício é um dos poucos exemplares existentes no concelho que nos mostram a arquitetura rural que caracterizava as zonas de maior aptidão agrícola.

Adquirido e recuperado pela Câmara Municipal, nele funciona hoje um centro Cultural, no qual desenvolvem as suas atividades diversas associações juvenis.

Uma obra da autoria do escultor António Júlio tendente a perpetuar um dos valores característicos da população da Freguesia e de quantos nela habitam. Situa-se na Rua Professor Ruy Luís Gomes, junto à antiga Escola Secundária n.º1.

Este conjunto escultórico, inaugurado na Freguesia, a 8 de Março de 1997, por Maria Emília de Sousa, Presidente da Câmara Municipal de Almada, no âmbito das comemorações do Dia Internacional da Mulher, sugere-nos duas figuras: uma masculina e outra feminina, simbolizando a base de uma sociedade complexa que cada vez tende mais a menosprezar os valore morais e humanos.

Monumento à Solidariedade, uma obra de António Júlio, escultor que vive no concelho nele é professor. Inaugurado no Laranjeiro a 8 de Março de 1997, pela Senhora Presidente da Câmara Municipal de Almada, no âmbito das comemorações do Dia Internacional da Mulher, assim entendido em palavras do seu autor:

A interdependência dos elementos que compõem a estrutura, projectando-a no espaço, associamos a reciprocidade de interesses a obrigações que o Homem deve ter, vivendo, como vive, em sociedade.

Sugerem-se duas figuras, masculina e feminina, por entendermos ser a base, elementar para a formação/organização de uma sociedade complexa, em que os valores morais e humanos tendem cada vez mais a ser menosprezados.

No sentido de acentuar a dependência mútua recorremos à parte a não ao todo, proporcionando formas identificadoras e de mais imutáveis em cada uma das figuras, deixando às experiências preceptivas adquiridas por cada um, a formação duma realidade total.

Paço Real do Alfeite, um pequeno palácio do século XV, que foi residência do infante D. Francisco, mais tarde utilizado como pavilhão de caça. Esse imóvel, pertencente hoje à Base Naval de Lisboa, instalada no Alfeite, situava-se na antiga Quinta do Antelmo, devido à sua aquisição pelo infante ao desembargador António de Maia Aranha, após o que passou a casa do Infantado.

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